Palacete Anjos

Edifício nobre entre a praça e o Jardim Botânico

Características do Empreendimento

Area Bruta Locável: 3.000 m2

Uso: Retalho e Escritórios

Status: Em operação/ desenvolvimento

Inquilinos: Loja Real, 21 PR, Moskitto, EastBanc, Boa Safra, Judas

 

Projecto de Reabilitação

Arquiteto: Eduardo Souto de Moura

Área Bruta de Construção: 3.150 m2

Uso: Retalho, Restauração e Escritórios

Uma "Casa-Nobre" cheia de grandes histórias

Mandado construir no ano de 1875 pelo capitalista Policarpo Ferreira dos Anjos, as obras deste palacete foram dirigidas pelo arquitecto e cenógrafo Giuseppe Cinatti. A sua intervenção refletiu-se sobretudo no interior do edifício.


Em 1762, o palacete é referenciado na documentação como “Casa-Nobre” e, no primeiro livro da Décima, diz ter sido habitada por um tenente-General “Manuel Gomes de Carvalho e Silva”.


Entre os anos de 1912 e 1917, foi “Legação dos Estados Unidos”; depois sede da «Escola Superior Colonial”; tendo-se tornado, posteriormente, dependência do Banco de Portugal.


Atualmente, o edifício mantém algumas das suas características, como as caixas fortes do Banco de Portugal, e serve de sede a empresas, albergando lojas de pequeno comércio.

Palacete Anjos

Edifício nobre entre a praça e o Jardim Botânico

Características do Empreendimento

Area Bruta Locável: 3.000 m2

Uso: Retalho e Escritórios

Status: Em operação/ desenvolvimento

Inquilinos: Loja Real, 21 PR, Moskitto, EastBanc, Boa Safra, Judas

 

Projecto de Reabilitação

Arquiteto: Eduardo Souto de Moura

Área Bruta de Construção: 3.150 m2

Uso: Retalho, Restauração e Escritórios

Uma "Casa-Nobre" cheia de grandes histórias

Mandado construir no ano de 1875 pelo capitalista Policarpo Ferreira dos Anjos, as obras deste palacete foram dirigidas pelo arquitecto e cenógrafo Giuseppe Cinatti. A sua intervenção refletiu-se sobretudo no interior do edifício.


Em 1762, o palacete é referenciado na documentação como “Casa-Nobre” e, no primeiro livro da Décima, diz ter sido habitada por um tenente-General “Manuel Gomes de Carvalho e Silva”.


Entre os anos de 1912 e 1917, foi “Legação dos Estados Unidos”; depois sede da «Escola Superior Colonial”; tendo-se tornado, posteriormente, dependência do Banco de Portugal.


Atualmente, o edifício mantém algumas das suas características, como as caixas fortes do Banco de Portugal, e serve de sede a empresas, albergando lojas de pequeno comércio.

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